terça-feira, 23 de agosto de 2011

Jaque Khury - Gostosa

Jaque Khury posou para a Sexy de setembro em uma pedreira no interior de São Paulo  Foto: Divulgação
A ex-BBB e agora panicat posou para as lentes do fotógrafo Daniel Aratangy  Foto: Divulgação
Em entrevista à publicação, Jaque falou sobre as experiências no BBB 8 e no Legendários  Foto: Divulgação
Jaque Khury está na capa da Sexy de setembro  Foto: Divulgação











Um grito mudo
ESCRITO POR FREI BETTO   
SÁBADO, 20 DE AGOSTO DE 2011
 
A foto do jornal me causou horror. A criança somali lembrava um ET desnutrido. O corpo, ossinhos estufados sob a pele escura. A cabeça, enorme, desproporcional ao tronco minguado, se assemelhava ao globo terrestre. A boca – ah, a boca! – escancarada de fome emitia um grito mudo, amargura de quem não mereceu a vida como dom. Mereceu-a como dor.

Ao lado da foto, manchetes sobre a crise financeira do cassino global. Em dez dias, as bolsas de valores perderam US$ 4 trilhões. Estarrecedor! E nem um centavo para aplacar a fome da criança somali? Nem uma mísera gota de alívio para tamanho sofrimento?

Tive vergonha. Vergonha da Declaração Universal dos Direitos Humanos, que reza que todos nascemos iguais, sem propor que vivamos com menos desigualdades. Vergonha de não haver uma Declaração Universal dos Deveres Humanos. Vergonha das solenes palavras de nossas Constituições e discursos políticos e humanitários. Vergonha de tantas mentiras que permeiam nossas democracias governadas pela ditadura do dinheiro.

US$ 4 trilhões derretidos na roleta da especulação! O PIB atual do Brasil ultrapassa US$ 2,1 trilhões. Dois Brasil sugados pelos desacertos dos devotos do lucro e indiferentes à criança somali. 

Neste mundo injusto, uma elite privilegiada dispõe de tanto dinheiro que se dá ao luxo de aplicar o supérfluo na gangorra financeira à espera de que o movimento seja sempre ascendente. Sonha em ver sua fortuna multiplicada numa proporção que nem Jesus foi capaz de fazê-lo com os pães e os peixes. Basta dizer que o PIB mundial é, hoje, de US$ 62 trilhões. E no cassino global se negociam papéis que somam US$ 600 trilhões!

Ora, a realidade fala mais alto que os sonhos e a necessidade que o supérfluo. Toda a fortuna investida na especulação explica a dor da criança somali. Arrancaram-lhe o pão da boca na esperança de que a alquimia da ciranda financeira o transformasse em ouro. 

À criança faltou o mais básico de todos os direitos: o pão nosso de cada dia. Aos donos do dinheiro, que viram suas ações despencarem na bolsa, nenhum prejuízo. Apenas certo desapontamento. Nenhum deles se vê obrigado a abrir mão de seus luxos.

Sabemos todos que a conta da recessão, de novo, será paga pelos pobres. São eles os condenados a sofrerem com a falta de postos de trabalho, de crédito, de serviços públicos de qualidade. Eles padecerão o desemprego, os cortes nos investimentos do governo, as medidas cirúrgicas propostas pelo FMI, o recuo das ajudas humanitárias. 

A miséria nutre a inércia dos miseráveis. Antevejo, porém, o inconformismo da classe média que, nos EUA e na União Europeia, acalentava o sonho de enriquecer. A periferia de Londres entra em ebulição, as praças da Espanha e da Itália são ocupadas por protestos. Tantas poupanças a se volatilizarem como fumaça nas chaminés do cassino global!

Temo que a onda de protestos dê sinal verde ao neofascismo. Em nome da recuperação do sistema financeiro (dirão: “retomada do crescimento”), nossas democracias apelarão às forças políticas que prometem mais ouro aos ricos e sonhos, meros sonhos, aos pobres. 

Nos EUA, a derrota de Obama na eleição de 2012 revigorará o preconceito aos negros e o fundamentalismo do “tea party” incrementará o belicismo, a guerra como fator de recuperação econômica. A direita racista e xenófoba assumirá os governos da União Europeia, disposta a conter a insatisfação e os protestos.

Enquanto isso, a criança somali terá sua dor sanada pela morte precoce. E a Somália se multiplicará pelas periferias das grandes metrópoles e dos países periféricos afetados em suas frágeis economias. 

Ora, deixemos o pessimismo para dias melhores! É hora de reacender e organizar a esperança, construir outros mundos possíveis, substituir a globocolonização pela globalização da solidariedade. Sobretudo, transformar a indignação em ação efetiva por um mundo ecologicamente sustentável, politicamente democrático e economicamente justo.
 

Frei Betto é escritor, autor, em parceria com Marcelo Barros, de “O amor fecunda o Universo – ecologia e espiritualidade” (Agir), entre outros livros. http://www.freibetto.org/>  twitter:@freibetto



Jaqueline Khury, PlayBoy


        


...pura simpatia, linda, gostosa e deliciosa...


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segunda-feira, 22 de agosto de 2011

Cássia Eller

O segundo sol



O Segundo SolCássia Eller
Composição: Nando Reis

Quando o segundo sol chegar
Para realinhar as órbitas dos planetas
Derrubando com assombro exemplar
O que os astrônomos diriam
Se tratar de um outro cometa

Quando o segundo sol chegar
Para realinhar as órbitas dos planetas
Derrubando com assombro exemplar
O que os astrônomos diriam
Se tratar de um outro cometa

Não digo que não me surpreendi
Antes que eu visse você disse
E eu não pude acreditar
Mas você pode ter certeza

De que seu telefone irá tocar
Em sua nova casa
Que abriga agora a trilha
Incluída nessa minha conversão

Eu só queria te contar
Que eu fui lá fora
E vi dois sóis num dia
E a vida que ardia sem explicação

Quando o segundo sol chegar
Para realinhar as órbitas dos planetas
Derrubando com assombro exemplar
O que os astrônomos diriam
Se tratar de um outro cometa

Não digo que não me surpreendi
Antes que eu visse, você disse
E eu não pude acreditar
Mas você pode ter certeza

De que seu telefone irá tocar
Em sua nova casa
Que abriga agora a trilha
Incluída nessa minha conversão

Eu só queria te contar
Que eu fui lá fora
E vi dois sóis num dia
E a vida que ardia sem explicação

Seu telefone irá tocar
Em sua nova casa
Que abriga agora a trilha
Incluída nessa minha conversão

Eu só queria te contar
Que eu fui lá fora
E vi dois sóis num dia
E a vida que ardia sem explicação

Explicação, não tem explicação
Explicação, não
Não tem explicação
Explicação, não tem
Não tem explicação
Explicação, não tem
Explicação, não tem
Não tem


Leia mais em: O Esquerdopata
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A diferença entre as crises


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sexta-feira, 19 de agosto de 2011

Os feios e a Europa

Os feios e a Europa
Marcelo Carneiro da Cunha
Terra Magazine

"Now is the winter of our discontent", começa Ricardo III, em mais uma frase criada por Shakespeare para sacudir os nossos ossos. Com ela, o corcunda que deseja ser rei começa sua trajetória de maldades, já que ele descobriu que, se não é belo, inteligente, bem-amado, ele pode muito bem arrumar o que deseja sendo o vilão mais vilão de todos os tempos. Não foi o primeiro, não será o último.
 
Acontece que, em diferentes momentos nesse mundo vasto mundo, os feios descobrem que os mais belos não os incluem nos seus planos, talvez por preferirem outros igualmente belos ou mais bem cheirosos. Aos mais feios resta a escolha de irem para um canto, agradecendo aos deuses pela invenção da Caras e da chance de ao menos olhar os bonitos enquanto eles enxugam Chandon nos seus castelos, ou, partir para cima e mostrar que a feiúra tem lá o seu charme, ainda mais quando armada de um bom e velho porrete.
Exemplo de feiúra
Na França medieval, de tempos em tempos acontecia uma jacquerie, uma revolução dos "jacques", os pobres a sofridos camponeses que produziam toda a riqueza que havia, e da qual viam tão pouco. Cuidar do que não comiam era a sina dos jacques, que por vezes cansavam dessa ordem ordenada por Deus e, descobrindo a força dos seus números, acabavam com os nobres e clérigos mais próximos e se esbaldavam por um tempo com o pão e o vinho dos castelos tomados. Na sequência inevitável, o rei reunia seus soldados, ia até os camponeses rebelados, ouvia seus choros justos, prometia mundos e fundos, e enforcava a todos, assim que baixavam as armas.
 
Até a Revolução Francesa, esse foi o destino de todas as jacqueries, que somente tiveram o script mudado porque em 1789 havia um cansaço com a idéia da divindade dos reis, e uma burguesia disposta a dizer aos jacques o que fazer com o machado.

A lição que a história dá é que rebeldia sem causa, ou sem clareza dos meios com os quais atingir os fins; são ondas que batem na areia e se desfazem, deixando apenas espuma pelo caminho. E nesse agosto, enquanto sírios morrem na grande luta contra uma ditadura insuportável, os pobres das cidades européias batem cabeça nessa jacquerie pós-industrial que estamos assistindo.
 
A Europa trouxe muita gente da periferia para habitar a sua periferia. São imigrantes das ex-colônias, no caso de Inglaterra e França, são imigrantes turcos que vieram tocar as fábricas alemãs, no boom industrial do pós-guerra, e que descobriram que morar na Europa rica era muito melhor do que morar nos seus países de origem. Mas descobriram também que não seriam convidados a participar da festa, basicamente, por serem feios. A religião é um problema, os hábitos de vestuário, sua mania de se protegerem em guetos, simplesmente por não serem aceitos fora deles, incompreensível. A Europa se descobriu cheia de pessoas que ela não entende e para as quais não tem um lugar definido. Assim, como tudo que não tem lugar claro aqui na minha luxuosa ex-laje, eles terminam no quartinho dos fundos, empilhados temporariamente, o que quer dizer, acho, pra sempre.

Em um país das Américas, essas pessoas seriam absorvidas e virariam cidadãs, mesmo que pobres. Na branca e européia Europa essa alternativa simplesmente não está lá. Não existe a sociedade multirracial na qual todos podem ser parte igual. Ao se olharem no espelho eles são o outro, sempre. Eu vi jovens de origem turca em Berlim rindo de si mesmos com a tristeza irônica que vocês podem imaginar, dizendo para mim que eram "terroristas. Os pobres da periferia européia não são apenas pobres, mas párias. E se a Europa deixou de ter um sonho de futuro para os seus meninos brancos e europeus - um em cada dois jovens é um desempregado na Espanha -, imaginem para esses aí, o que sobra?

O Brasil vive o seu sonho, e não pensa muito sobre como é viver sem um. Nós temos que transpor o São Francisco, parar o desastre na Amazônia, extrair petróleo do pré-sal; produzir alimento pro mundo, ensinar motoristas a se comportar diante de uma faixa de segurança; temos que integrar milhões de brasileiros a uma vida mais normal, reduzir nosso ridículo analfabetismo e fazer uma lavagem cerebral nos Malafaia e Bolsonaro que nos afligem. Temos sonhos e trabalho para um século, pelo menos, e isso vai nos manter ocupados e longe da depressão social que os europeus vivem.
 
Talvez a gente até possa, na nossa capacidade tupinambá de especialistas em antropofagia, receber aqui todos esses Ricardos III que a Europa diz não querer. Quem sabe aqui eles se alimentam do nosso sonho e nos ajudam com sua energia a irmos ainda mais longe, agora com o cheiro de curry no ar?
 
Agosto é o mês das inquietudes, dizem. O desejo dos europeus de sacrificar sonhos por um conforto inalcançável deu nisso. Que a gente permaneça na nossa inquietude e no nosso modelo de descontentamento. Que alguém descubra como fazer o real parar de querer ser dólar. Que o Mano Menezes descubra o que fazer com o nosso talento desmiolado, ou saia de cena. Que a Dilma siga moendo a pancada os que achavam que estariam lá para sempre e estaremos bem, é o que eu acho, quando setembro vier.

* Na semana que vem dou dar um pulo até a Europa, visitar meus castelos, e olhar para a situação e fazer relato dela aos meus estimados leitores. Até lá, se segurem.
 
Marcelo Carneiro da Cunha é escritor e jornalista. Escreveu o argumento do curta-metragem "O Branco", premiado em Berlim e outros importantes festivais. Entre outros, publicou o livro de contos "Simples" e o romance "O Nosso Juiz", pela editora Record. Acaba de escrever o romance "Depois do Sexo", que foi publicado em junho pela Record. Dois longas-metragens estão sendo produzidos a partir de seus romances "Insônia" e "Antes que o Mundo Acabe", publicados pela editora Projeto.


quarta-feira, 17 de agosto de 2011

Campanha - Salve a Amazônia

Incrível! Mais de 740.000 assinaturas -- vamos chegar em 1 milhão a tempo de nos juntarmos às enormes marchas pela proteção das florestas em todo o Brasil. Encaminhe para todos e junte-se à marcha para SALVAR A AMAZÔNIA!
Caros amigos espalhados pelo Brasil,




A Amazônia está correndo grande risco. O Senado Federal está prestes a sancionar um projeto de lei que pode perigosamente enfraquecer a proteção desse precioso recurso global. Mas em três dias, dezenas de milhares vão marchar por todo o país para acabar com a destruição. Vamos nos unir a eles e fazer dessa uma marcha histórica para salvar a Amazônia.

Assine a Peticao
A Amazônia está correndo grande risco. A Câmara dos Deputados brasileira aprovou o esvaziamento do Código Florestal. Se não nos mobilizarmos agora, enormes extensões de nossas florestas poderão ficar vulneráveis a um devastador desmatamento.

O projeto de lei gerou revolta e protestos generalizados em todo o país, e a tensão está aumentando. Em uma tentativa de diminuir as críticas, matadores supostamente contratados por madeireiros ilegais assassinaram ativistas ambientais. Mas o movimento está contra-atacando -- em três dias comunidades indígenas corajosas vão liderar enormes marchas por todo o país para demandar ação, e fontes internas dizem que a Presidenta Dilma está considerando vetar as mudanças.

Setenta e nove por cento dos brasileiros querem que Dilma vete as mudanças no Código Florestal, e termos de garantir que nossas vozes serão escutadas, pois a pressão interna está levando a algumas pessoas na administração da Dilma a apoiarem o veto. Clique aqui para assinar a petição e se juntar a marcha para salvar a Amazônia! Nossos números serão mostrados em faixas na frente das marchas que acontecerão em todo o país:
http://www.avaaz.org/po/save_the_amazon_brazil/?vl

As florestas brasileiras são enormes e importantes. Somente a Amazônia é vital para a vida na terra -- 20% do oxigênio do mundo e um quinto de toda água doce do planeta vêm dessa floresta magnífica. Por isso é tão importante que todos nós protejamos a floresta.

É por isso que tanta gente vê o Brasil como um líder internacional em questões ambientais e é por isso que a Conferência da Terra, um encontro que acontecerá no ano que vem com o objetivo de impedir a morte lenta de nosso planeta, será no Rio de Janeiro. Por outro lado, também somos um país em rápido desenvolvimento que luta para tirar dezenas de milhões de pessoas da pobreza, e é intensa a pressão sobre nossas lideranças para desmatar florestas e abrir minas para gerar lucro. Daí o perigo de essas lideranças estarem quase dando o braço a torcer em termos de proteção ambiental. Ativistas locais estão sendo assassinados, intimidados e silenciados. Agora, cabe aos membros da Avaaz pedirem aos políticos brasileiros para serem firmes.

Sabemos que há uma alternativa. Lula, o antecessor de Dilma, reduziu enormemente o desflorestamento e consolidou a reputação internacional de nosso país como líder em questões ambientais, além de gozar de um gigantesco crescimento econômico. Vamos nos unir agora e pedir a Dilma para seguir o mesmo exemplo! Assine a petição para salvar nossas florestas e, em seguida, encaminhe este e-mail a todos:
http://www.avaaz.org/po/save_the_amazon_brazil/?vl

Nos últimos 3 anos, os membros da Avaaz no Brasil mobilizaram-se com enormes iniciativas e lideraram extraordinárias campanhas para que o mundo chegue a ser aquele que todos desejamos: conseguimos a aprovação de uma histórica lei anticorrupção e fizemos lobby para que o governo tivesse um papel de liderança na ONU, protegesse os direitos humanos e interviesse para apoiar a democracia no Oriente Médio, e ainda ajudasse a proteger os direitos humanos na África e outras regiões. Agora, uma vez que ativistas brasileiros corajosos estão sendo assassinados por proteger um precioso recurso global, vamos nos unirmos nesse importante dia de ação para salvar a Amazônia e proclamar o Brasil como verdadeiro líder internacional mais uma vez.
http://www.avaaz.org/po/save_the_amazon_brazil/?vl

Com esperança,

Emma, Ricken, Alice, Ben, Iain, Laura, Graziela, Luis e o resto da equipe da Avaaz


MAIS INFORMAÇÕES:

Câmara dos Deputados aprova projeto de mudança do Código Florestal:
http://www.bbc.co.uk/portuguese/noticias/2011/05/110525_codigo_atualiza_pai.shtml

Entenda a polêmica sobre o novo Código Florestal:
http://www.bbc.co.uk/portuguese/noticias/2011/05/110510_codigo_florestal_qa_mdb.shtml

Ambientalistas apostam em veto de Dilma ao Código Florestal:http://www1.folha.uol.com.br/ambiente/920706-ambientalistas-apostam-em-veto-de-dilma-ao-codigo-florestal.shtml

Líderes extrativistas são assassinados no Pará:
http://www.redebrasilatual.com.br/temas/ambiente/2011/05/lideres-extrativistas-sao-assassinados-no-para/?searchterm=castanheiro

Senado vai aprovar novo Código Florestal até outubro, diz Katia Abreu:
http://www.estadao.com.br/noticias/nacional,senado-vai-aprovar-novo-codigo-florestal-ate-outubro-diz-katia-abreu,758757,0.htm

Em defesa do meio ambiente! Contra as alterações do código florestal e a unina de Belo Monte!
http://bit.ly/pleuFF

Senado precisa modificar o Código Florestal:
http://www.estadao.com.br/estadaodehoje/20110619/not_imp734296,0.php

Para senador, novo Código Florestal compromete a defesa do meio ambiente:http://www.jb.com.br/pais/noticias/2011/06/16/para-senador-novo-codigo-florestal-compromete-a-defesa-do-meio-ambiente/

Igreja Católica anuncia apoio contra o novo Código Florestal Brasileiro:http://primeiraedicao.com.br/noticia/2011/06/22/igreja-catolica-anuncia-apoio-contra-o-novo-codigo-florestal-brasileiro



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