sexta-feira, 10 de fevereiro de 2012

Nú feminino - lindo ensaio
















Welcome Home

 



Radical Face 
Welcome Home 

Sleep don't visit, so I choke on sun
And the days blur into one
And the backs of my eyes hum with things I've never done

Sheets are swaying from an old clothesline
Like a row of captured ghosts over old dead grass
Was never much but we made the most

Welcome home

Ships are launching from my chest
Some have names but most do not
If you find one, please let me know what piece I've lost

Heal the scars from off my back
I don't need them anymore
You can throw them out or keep them in your mason jars

I've come home

All my nightmares escaped my head
Bar the door, please don't let them in
You were never supposed to leave

Now my head's splitting at the seams
And I don't know if I can
Here, beneath my lungs, I feel your thumbs press into my skin again

Sexual












DEBATE ABERTO

 
DEBATE ABERTO

Pipa, Sopa, Acta, Projeto Azeredo e Marco Civil da Internet: o que está em jogo?

Para manter o domínio sobre a circulação na internet de bens culturais ainda sob o controle dos intermediários, os projetos propostos e as leis já existentes afetam diretamente a regulação de direitos fundamentais, como o acesso à educação e à cultura e, em particular, a liberdade de expressão na web.

(*) Artigo publicado originalmente na revista Teoria e Debate, nº 97.

Os recentes debates em torno de dois projetos de lei que tramitam no Congresso dos Estados Unidos sobre a regulação da internet têm tudo a ver com as esperanças democratizadoras centradas nas novas tecnologias de comunicação.

As siglas Pipa (Project IP Action, ou Preventing Real Online Threats to Economic Creativity and Theft of Intellectual Property Act) e Sopa (Stop Online Piracy Act) identificam iniciativas legislativas que, apesar de se apresentarem apenas como propostas contra “ciber-crimes” e contra a pirataria, na verdade têm implicações importantíssimas no controle de tudo o que possa circular no espaço virtual.

Já existem leis desse tipo na França (Lei Hadopi) e na Espanha (Lei Sinde), e no Brasil, na mesma linha, tramita no Congresso Nacional o chamado Projeto Azeredo (hoje Projeto de Lei nº 84/1999).

O que está em jogo?
Um exemplo simples: antes da internet, na cadeia produtiva de bens culturais como filmes, músicas (CDs), textos (livros), havia a necessidade de um intermediário entre o criador e o consumidor final: surgiram então a indústria do cinema, a indústria fonográfica, as editoras. E, além do processo de produção material, fabril, havia a distribuição física dos produtos. Com a internet, tudo isso se torna, potencialmente, desnecessário. O próprio autor do bem cultural, seja qual for – uma música, uma poesia, um filme, um livro –, pode agora disponibilizar diretamente sua criação para o consumidor final na rede. Em princípio, portanto, o autor passa a controlar, ele mesmo, sua criação, sem precisar de intermediários.

Em outras palavras, a internet acaba com a necessidade da valiosíssima indústria do copyright, isto é, dos direitos autorais. E a indústria, por óbvio, não está gostando do que vê.

Mais abrangente do que o Pipa e o Sopa é o Acta (Anti-Counterfeiting Trade Agreement – Acordo Comercial Anticontrafação), que vem sendo negociado entre os EUA, a União Europeia e outra dezena de países, entre eles Japão e Canadá. Trata-se de criar uma entidade independente das Nações Unidas, da Organização Mundial do Comércio e da Organização Mundial da Propriedade Intelectual para a proteção de marcas, patentes e copyrights.

Enquanto vivemos a transição do antes para o depois da internet, os problemas surgem, entre outras razões, porque criadores que têm contratos com os atuais “intermediários” buscam formas de se libertar do controle que até agora era exercido sobre suas obras e sua carreira. Aí o problema vira conflito de interesses.

Ademais, para manter o domínio sobre a circulação na internet de bens culturais ainda sob o controle dos intermediários, os projetos propostos e as leis já existentes – tanto lá como cá – afetam diretamente a regulação de direitos fundamentais, como o acesso à educação e à cultura e, em particular, a liberdade de expressão na web.

E o Brasil?
No Brasil, o Projeto de Lei nº 2.126/2011, conhecido como Marco Civil da Internet – e não penal –, tenta caminhar no sentido oposto. Resultado de um longo processo de consulta pública iniciado pelo Ministério da Justiça ainda ao tempo do ministro Tarso Genro no governo Lula, constitui uma tentativa de garantir a liberdade de circulação na rede, afirmar direitos, e não transformá-la em “caso de polícia”.

De qualquer maneira, o assunto é muito mais complexo do que a descrição resumida apresentada aqui e não é fácil saber a real natureza desses projetos apenas fazendo um corte vertical e identificando quem os apoia ou não. Tem de tudo.

O importante é que prevaleçam o interesse público e os direitos fundamentais. E isso não é simples nem fácil.

A ver.

Professor Titular de Ciência Política e Comunicação da UnB (aposentado) e autor, dentre outros, de Regulação das Comunicações – História, poder e direitos, Editora Paulus, 2011.

segunda-feira, 6 de fevereiro de 2012

Dança sobre óleo - versão completa

Superbe Lisbeth Gruwez
 
 
 
 
 
 

Yoga sem roupas

Segundo o site, realizando a Yoga sem roupas você terá um encontro maior com o seu “eu interior”, aumentando o efeito dos exercícios, além de agregar alguns valores, como respeito, honra, abertura e aceitação.



Pura tesão - Bailarina nua alongando





Nude Ballet

penguin_2012Por penguin_2012

Amante de Kennedy revela detalhes sobre relação com presidente



Amante de Kennedy revela detalhes sobre relação com presidente



Capa do livro  Once Upon a Secret  (Era Uma Vez Um Segredo, em tradução livre) . Foto: Reprodução Capa do livro Once Upon a Secret (Era Uma Vez Um Segredo, em tradução livre)

Uma mulher que foi amante do presidente americano John F. Kennedy, nos anos 60, está publicando um livro nos Estados Unidos no qual revela detalhes da relação entre os dois.

Partes do livro Once Upon a Secret (Era Uma Vez Um Segredo, em tradução livre) foram publicadas pela imprensa americana. No livro, Mimi Alford, que hoje tem 69 anos, lembra do período em que os dois tiveram um romance. Na época, ela era estagiária na Casa Branca.


O caso começou quando Mimi Alford - na época seu nome de solteira era Mimi Beardsley - tinha 19 anos. Ela diz que perdeu sua virgindade com Kennedy em 1962, quando foi convidada para uma festa na piscina da Casa Branca. Kennedy assumiu a Presidência dos EA em janeiro de 1961, cargo que ocupou até seu assassinato, em novembro de 1963.


Segundo o livro, o caso durou 18 meses, mesmo depois de Mimi ter deixado Washington. Ela diz que teve relações sexuais com o presidente poucos meses antes de ele se assassinado.

Drama e drogas


Ela também lembra de ter consolado Kennedy depois da morte de seu filho, Patrick. O bebê morreu dois dias depois de nascer. "Havia uma pilha de cartas de pêsames no chão ao lado da cadeira, e ele pegava uma delas e lia em voz alta para mim. De vez em quando, lágrimas corriam seu rosto, e ele fazia anotações nas cartas, provavelmente um esboço de resposta", escreve Mimi Alford no seu livro.


"Mas em geral ele só lia e chorava. E eu chorava também." Alford também afirma que na época da crise dos mísseis cubanos, no auge da Guerra Fria, Kennedy chegou a confidenciar a ela: "Eu prefiro que meus filhos sejam vermelhos comunistas do que mortos".


Em um dos trechos publicados pelo jornal americano New York Post, Mimi Alford diz que durante uma das festas Kennedy ofereceu a ela cápsulas amarelas.


O próprio presidente não tomou as cápsulas, mas Mimi conta que ficou apavorada depois de ingerir a droga, pois passou a ter sensações estranhas no corpo. Ela suspeita que se tratava de nitrito de amila, que era usado como droga recreativa na época.

A Random House, editora que vai publicar o livro, disse que Alford decidiu contar detalhes do caso depois que a relação entre os dois foi revelada por um biógrafo do presidente, em 2003.

imagens da gatíssima Juju Salimeni

Defina "necessidade"

Todos os homens com acesso à Internet consomem conteúdo pornográfico



Eduardo Moreira Para o TechTudo
O site britânico The Telegraph publicou um estudo realizado por pesquisadores da Universidade de Montreal, Canadá, que comprova algo que as mulheres já desconfiavam: não existe nenhum homem com acesso à internet que não tenha consumido pornografia, em algum momento de sua vida, mesmo que fosse por pouco tempo.



Pesquisa do site britânico The Telegraph diz que todos os homem consomem pornografia.
 

O estudo foi liderado pelo professor Simon Louis Lajuenesse, e seus resultados revelam informações importantes sobre o comportamento dos homens em relação à sua sexualidade. O estudo conclui que, em média, os homens começam a ter contato com conteúdos adultos a partir dos 10 anos de idade e que 90% da pornografia consumida no mundo está na Internet, enquanto que os 10% restantes estão em lojas de vídeo, ou videolocadoras (as que sobreviveram).


Homens solteiros consomem algum conteúdo pornográfico três vezes por semana, durante aproximadamente 40 minutos. Já aqueles homens que estão em algum tipo de relacionamento (namoro, noivado, casamento e outros) são mais moderados: são 20 minutos de conteúdo adulto, a cada 1,7 vezes por semana.
saiba mais
 
 
Inicialmente, o estudo da equipe do professor Lajuenesse tinha como objetivo comparar a percepção dos homens que consumiam conteúdos pornográficos regularmente, com aqueles que não procuravam por esse material. Porém, ele constatou que, nos dias de hoje, não existe um homem dito normal (no estudo, grupos específicos foram excluídos, como celibatários por exemplo) que não tenha entrado em contato com qualquer tipo de conteúdo adulto.



Porém, esse detalhe não tornou o estudo inválido. A equipe resolveu entrevistar 20 estudantes da Universidade que viam conteúdos adultos regularmente, obtendo resultados mais objetivos sobre seu comportamento do que no propósito inicial da pesquisa.


Lajuenesse ressalta que o consumo de pornografia não muda a percepção dos homens sobre as mulheres, e que as pessoas só consomem o conteúdo que correspondem às suas próprias percepções da sexualidade. “O importante é que todas as formas de sexualidade sejam as mais harmoniosas e satisfatórias possível”, completa o professor.