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segunda-feira, 10 de junho de 2013
DEUS SEGUNDO SPINOZA
“Pára de ficar rezando e batendo no peito! O
que eu quero que faças é que saias pelo mundo e
desfrutes de tua vida. Eu quero que gozes, cantes, te divirtas e que desfrutes de tudo o que Eu fiz para
ti.
Pára de ir a esses templos lúgubres, escuros e frios que tu mesmo construíste e que acreditas ser a
minha casa. Minha casa está nas montanhas, nos bosques, nos rios, nos lagos, nas praias. Aí é onde Eu
vivo e aí expresso meu amor por ti.
Pára de me culpar da tua vida miserável: Eu nunca te disse que há algo mau em ti ou que eras um
pecador, ou que tua sexualidade fosse algo mau. O sexo é um presente que Eu te dei e com o qual
podes expressar teu amor, teu êxtase, tua alegria. Assim, não me culpes por tudo o que te fizeram
crer.
Pára de ficar lendo supostas escrituras sagradas que nada têm a ver comigo. Se não podes me ler num
amanhecer, numa paisagem, no olhar de teus amigos, nos olhos de teu filhinho... Não me encontrarás
em nenhum livro!
Confia em mim e deixa de me pedir. Tu vais me dizer como fazer meu trabalho?
Pára de ter tanto medo de mim. Eu não te julgo, nem te critico, nem me irrito, nem te incomodo, nem
te castigo. Eu sou puro amor.
Pára de me pedir perdão. Não há nada a perdoar. Se Eu te fiz... Eu te enchi de paixões, de limitações, de
prazeres, de sentimentos, de necessidades, de incoerências, de livre-arbítrio. Como posso te culpar se
respondes a algo que eu pus em ti? Como posso te castigar por seres como és, se Eu sou quem te fez? Crês
que eu poderia criar um lugar para queimar a todos meus filhos que não se comportem bem, pelo resto da
eternidade? Que tipo de Deus pode fazer isso?
Esquece qualquer tipo de mandamento, qualquer tipo de lei; essas são artimanhas para te manipular, para te
controlar, que só geram culpa em ti.
Respeita teu próximo e não faças o que não queiras para ti. A única coisa que te peço é que prestes atenção a
tua vida, que teu estado de alerta seja teu guia.
Esta vida não é uma prova, nem um degrau, nem um passo no caminho, nem um ensaio, nem um prelúdio
para o paraíso. Esta vida é o único que há aqui e agora, e o único que precisas.
Eu te fiz absolutamente livre. Não há prêmios nem castigos. Não há pecados nem virtudes. Ninguém leva um
placar. Ninguém leva um registro.
Tu és absolutamente livre para fazer da tua vida um céu ou um inferno.
Não te poderia dizer se há algo depois desta vida, mas posso te dar um conselho. Vive como se não o
houvesse. Como se esta fosse tua única oportunidade de aproveitar, de amar, de existir. Assim, se não há
nada, terás aproveitado da oportunidade que te dei.
E se houver, tem certeza que Eu não vou te perguntar se foste comportado ou não. Eu vou te perguntar se tu
gostaste, se te divertiste... Do que mais gostaste? O que aprendeste?
Pára de crer em mim - crer é supor, adivinhar, imaginar. Eu não quero que acredites em mim.Quero que me
sintas em ti. Quero que me sintas em ti quando beijas tua amada, quando agasalhas tua filhinha, quando
acaricias teu cachorro, quando tomas banho no mar.
Pára de louvar-me! Que tipo de Deus ególatra tu acreditas que Eu seja? Me aborrece que me louvem. Me cansa
que agradeçam. Tu te sentes grato? Demonstra-o cuidando de ti, de tua saúde, de tuas relações, do mundo. Te
sentes olhado, surpreendido?... Expressa tua alegria! Esse é o jeito de me louvar.
Pára de complicar as coisas e de repetir como papagaio o que te ensinaram sobre mim. A única certeza é que
tu estás aqui, que estás vivo, e que este mundo está cheio de maravilhas. Para que precisas de mais milagres?
Para que tantas explicações?
Não me procures fora! Não me acharás. Procura-me dentro... aí é que estou, pulsando em ti.”
desfrutes de tua vida. Eu quero que gozes, cantes, te divirtas e que desfrutes de tudo o que Eu fiz para
ti.
Pára de ir a esses templos lúgubres, escuros e frios que tu mesmo construíste e que acreditas ser a
minha casa. Minha casa está nas montanhas, nos bosques, nos rios, nos lagos, nas praias. Aí é onde Eu
vivo e aí expresso meu amor por ti.
Pára de me culpar da tua vida miserável: Eu nunca te disse que há algo mau em ti ou que eras um
pecador, ou que tua sexualidade fosse algo mau. O sexo é um presente que Eu te dei e com o qual
podes expressar teu amor, teu êxtase, tua alegria. Assim, não me culpes por tudo o que te fizeram
crer.
Pára de ficar lendo supostas escrituras sagradas que nada têm a ver comigo. Se não podes me ler num
amanhecer, numa paisagem, no olhar de teus amigos, nos olhos de teu filhinho... Não me encontrarás
em nenhum livro!
Confia em mim e deixa de me pedir. Tu vais me dizer como fazer meu trabalho?
Pára de ter tanto medo de mim. Eu não te julgo, nem te critico, nem me irrito, nem te incomodo, nem
te castigo. Eu sou puro amor.
Pára de me pedir perdão. Não há nada a perdoar. Se Eu te fiz... Eu te enchi de paixões, de limitações, de
prazeres, de sentimentos, de necessidades, de incoerências, de livre-arbítrio. Como posso te culpar se
respondes a algo que eu pus em ti? Como posso te castigar por seres como és, se Eu sou quem te fez? Crês
que eu poderia criar um lugar para queimar a todos meus filhos que não se comportem bem, pelo resto da
eternidade? Que tipo de Deus pode fazer isso?
Esquece qualquer tipo de mandamento, qualquer tipo de lei; essas são artimanhas para te manipular, para te
controlar, que só geram culpa em ti.
Respeita teu próximo e não faças o que não queiras para ti. A única coisa que te peço é que prestes atenção a
tua vida, que teu estado de alerta seja teu guia.
Esta vida não é uma prova, nem um degrau, nem um passo no caminho, nem um ensaio, nem um prelúdio
para o paraíso. Esta vida é o único que há aqui e agora, e o único que precisas.
Eu te fiz absolutamente livre. Não há prêmios nem castigos. Não há pecados nem virtudes. Ninguém leva um
placar. Ninguém leva um registro.
Tu és absolutamente livre para fazer da tua vida um céu ou um inferno.
Não te poderia dizer se há algo depois desta vida, mas posso te dar um conselho. Vive como se não o
houvesse. Como se esta fosse tua única oportunidade de aproveitar, de amar, de existir. Assim, se não há
nada, terás aproveitado da oportunidade que te dei.
E se houver, tem certeza que Eu não vou te perguntar se foste comportado ou não. Eu vou te perguntar se tu
gostaste, se te divertiste... Do que mais gostaste? O que aprendeste?
Pára de crer em mim - crer é supor, adivinhar, imaginar. Eu não quero que acredites em mim.Quero que me
sintas em ti. Quero que me sintas em ti quando beijas tua amada, quando agasalhas tua filhinha, quando
acaricias teu cachorro, quando tomas banho no mar.
Pára de louvar-me! Que tipo de Deus ególatra tu acreditas que Eu seja? Me aborrece que me louvem. Me cansa
que agradeçam. Tu te sentes grato? Demonstra-o cuidando de ti, de tua saúde, de tuas relações, do mundo. Te
sentes olhado, surpreendido?... Expressa tua alegria! Esse é o jeito de me louvar.
Pára de complicar as coisas e de repetir como papagaio o que te ensinaram sobre mim. A única certeza é que
tu estás aqui, que estás vivo, e que este mundo está cheio de maravilhas. Para que precisas de mais milagres?
Para que tantas explicações?
Não me procures fora! Não me acharás. Procura-me dentro... aí é que estou, pulsando em ti.”
sexta-feira, 7 de junho de 2013
terça-feira, 4 de junho de 2013
segunda-feira, 3 de junho de 2013
sábado, 1 de junho de 2013
segunda-feira, 27 de maio de 2013
sábado, 25 de maio de 2013
quarta-feira, 22 de maio de 2013
terça-feira, 21 de maio de 2013
Hiper-realismo: parece fotografia, mas não é; surpreenda-se
Hiper-realismo: parece fotografia, mas não é; surpreenda-se
Postado em: 21 mai 2013 às 11:47
Parece fotografia, mas não é: uma seleção de 15 incríveis artistas hiper-realistas. Seja pintando retratos, paisagens ou objetos, os quinze artistas a seguir criam obras tão realistas que são de tirar o fôlego. Conheça o trabalho desses mestres do hiper-realismo, e surpreenda-se
Fotografia? Não.
O hiper-realismo é derivado do fotorrealismo, e teve sua origem na segunda metade do século XX. Como o próprio nome indica, o realismo é levado ao extremo, ou seja, acrescentam-se muitos detalhes às obras de pintura, desenho ou escultura, para que esse se aproxime o máximo possível da realidade.
Os hiper-realistas utilizam-se das cargas sociais ou emocionais de suas obras, contextualizando-as de modo a criar narrativas singular e cheias de poesia.
É importante notar o componente paradoxal do hiper-realismo: apesar das obras aproximarem-se da realidade a ponto de serem quase idênticos, não são a realidade. Essa simulação de realidade cria a ilusão de uma nova realidade, mais complexa e, principalmente, mais subjetiva.
Roberto Bernardi: impessoalidade fria
O italiano Roberto Bernardi é tão real que podemos quase sentir a temperatura dos objetos que retrata. O artista, que começou a pintar telas com menos de 10 anos de idade, hoje domina o hiper-realismo. Suas obras mostram cenas da vida cotidiana de forma crítica, exibindo com impessoalidade e frieza a forma automatizada como vivemos.
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Alyssa Monks: quando o realismo descontrói a si mesmo
“Quando comecei a pintar o corpo humano, me tornei tão obcecada com ele que precisava do máximo de realismo possível. Persegui realismo até que chegou a um extremo, e começou a desconstruir a si mesmo”, explica Alyssa Monks, pintora de Nova Jérsei de 35 anos. “Estou explorando a possibilidade e potencial de representação, onde a pintura figurativa e abstrata encontram-se, onde coexistem.”
E como fazer o abstrato e o hiper-realismo coexistirem? Alyssa utiliza-se de “filtros” que insere em suas pinturas – como a presença de água, vidro, vapor – que distorcem as figuras que representa.
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Juan Francisco Casas: só caneta Bic
Quem nunca rabiscou com uma caneta Bic? O espanhol Juan Francisco Casas, de 34 anos, cria desenhos tão realistas usando apenas as famosas canetas que parecem fotografias.
Tudo começou há seis anos, quando Casas começou a desenhar seus amigos divertindo-se. Um ano depois, o artista decidiu enviar um dos seus desenhos a uma competição nacional de arte – apesar de achar que os jurados, provavelmente, achariam que aquilo era piada. Ele levou o segundo lugar.
Seus trabalhos incríveis, alguns com vários metros de altura, consomem 14 canetas esferográficas cada, e podem levar até duas semanas para ficar prontos.
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Gottfried Helnwein: verdades perturbadoras
Um dos mais famosos artistas hiper-realistas é o austríaco Gottfried Helnwein. Seus trabalhos geralmente são perturbadores, sensação que ganha ainda mais força pelo realismo chocante. Alguns temas recorrentes em seus trabalhos são a infância e a perda da inocência, mas o artista também fez diversos autoretratos hiper-realistas, além de vez ou outra, trabalhar com performances e instalações.
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Henrik Aarrestad Uldalen: sonhos em realidade
É difícil acreditar que o norueguês Henrik Aarrestad Uldalen seja um autodidata. Ele cria obras hiper-realistas envoltas em uma aura mística, que remetem aos sonhos. As figuras desenhadas podem estar flutuando, voando ou nadando em grandes espaços vazios.
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Paul Lung: na ponta da lapiseira
Paul Lung, um artista de 38 anos de Hong Kong, faz desenhos tão incríveis que seus amigos começaram a duvidar que as obras não eram fotografias. O que é mais impressionante é que tudo que ele precisa são um grafite simples 0,5 mm, e uma folha sulfite A4!
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Paul Cadden: carvão e giz branco
O artista escocês Paul Cadden utiliza apenas grafite, giz branco e carvão para criar seus retratos hiper-realistas. Ele dá destaque para os elementos mais sutis das cenas, do brilho nas gotas de água escorrendo às pequenas rugas que marcam o rosto de um idoso.
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Rajacenna : talento aos 18 anos
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Dá para acreditar que o desenho acima foi feito por uma garota de 18 anos?
Rajacenna está acostumada a ser precoce. A holandesa, nascida em 1993, começou a trabalhar como modelo aos 4 anos de idade, e aos 5 fez suas primeiras aparições na televisão. Ela estrelou filmes, novelas e seriados e aos 12 anos tornou-se apresentadora do Kinderjournaal.
Porém, foi só em 2009 que Rajacenna decidiu dedicar-se aos desenhos, e começou a produzir ilustrações incríveis. Ela leva cerca de 40 horas para completar cada um dos desenhos. Ufa!
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Para os mais céticos, aqui está um vídeo de Rejacenna desenhando. Impressionante!
(Vídeo)
Steve Mills: simplicidade bucólica
O americano Steve Mills sempre foi obcecado pela busca do realismo em seus desenhos. Quando tornou-se pintor, durante seu estudos de paisagens, descobriu o hiper-realismo e apaixonou-se.
As obras de Steve Mills demonstram uma paixão pela vida e um gosto em encontrar a beleza nos pequenos detalhes. O próprio artista define seu tema favorito como “o comum incomum” ou “o ordinário extraordinário”.
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Hubert de Lartigue: a força da sensualidade
O francês Hubert de Lartigue já foi ilustrador de livros e desenhista de pin-ups. Não satisfeito, ele resolveu expressar todo seu deslumbramento pela beleza feminina, nas suas manifestações mais simples, através de suas pinturas hiper-realistas.
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Hynek Martinec: a pessoa por trás da imagem
O tcheco Hynek Martinec captura em suas pinturas hiper-realistas as texturas da personalidade e psique dos retratados. Quase podemos compreender as pessoas que estão sobre a tela, com suas deficiências e medos. O artista já viajou por vários lugares do mundo, e pintou pessoas das mais diversas nacionalidades, crenças e idades – o que só fez crescer o seu talento.
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Tjalf Sparnaay: para comer com os olhos
Difícil olhar para os quadros de Tjalf Sparnaay e não ficar com água na boca. O artista, influenciado por grandes pintores como Johannes Vermeer e Rembrant, nos apresenta alimentos cotidianos tão cheios de presença que podemos quase saboreá-los: os seus pães são crocantes, suas carnes, suculentas, e seus doces, apetitosos. Bon appetit!
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Matteo Mezzetta: o cotidiano em branco e preto
Em suas telas, Matteo Mezzetta dedica-se a reproduzir cenas do cotidiano em preto e branco. Suas obras ganham força derivada tanto pelo excesso de realismo, quanto pela colocação de situações absolutamente comuns como arte, obrigando a expectador a refletir sobre a própria caracterização de obras de arte como tal.
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Yigal Ozeri: mulheres etéreas
Yigal Ozeri, de Israel, prefere retratar jovens mulheres em conexão com a natureza, envoltas em um ar etéreo e misterioso. A feminilidade e a sensualidade emanam de sua obra, com toques renascentistas. Ozeri afirma que, sob as tintas de seus retratos, podemos encontrar um mundo de “romantismo, violência e liberdade”.
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Diego Gravinese: viva a vida
O argentino Diego Gravinese cria obras cheias de vitalidade e movimento. A sua mistura perfeita entre o mundano e o bizarro, além da evidente descontração dos retratados, gera uma energia e presença inconfundíveis em cada um de seus quadros.
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