sábado, 5 de novembro de 2011

Bárbara Paz






muito linda esta mulhes...

Pessoal, vale a pena dar uma olhada e escolher um ou mais artigos para ler e refletir. É necessário construir um outro mundo, melhor que este.

 
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sexta-feira, 4 de novembro de 2011

Boquete

faz nela com carinho que vc ganha o seu...

Pense sempre de forma positiva. Toda vez que um pensamento negativo vier à sua cabeça, troque-o por outro. Para isso é preciso muita disciplina mental. Você não adquire isso do dia prá noite, assim como um "atleta", treine muito.

 na expectativa do enquadramento...

rolar na lama com gostinho de liberdade...

na sombra imaginamos o tanto que é bela...

seios rebeldes, a blusa não segurou a vontade deles...

lindo colar...

transparência...

verdadeira pele de pêssego...

bronze maneiro...

pensando o quê!!!
Bom fim de semana a todas e todos

Sintomas de saudade - Marisa Monte

Adriana Calcanhoto - Fico assim sem vc

Deputado diz a Aécio Neves e irmã o que a imprensa não tem coragem

Luis Soares, Pragmatismo Político

Em vídeo, parlamentar revela a hipocrisia de Aécio, que nunca trabalhou pelos interesses do povo do seu Estado. O que está em curso, há bastante tempo, é uma desesperada campanha pela Presidência...


A despeito das naturais disputas internas na cúpula tucana para a definição do candidato pessedebista à Presidência da República em 2014, sabe-se que Aécio Neves já detém alguma vantagem sobre os seus possíveis concorrentes. Até mesmo FHC, que desde 2002 aposta em José Serra como o seu sucessor, já demonstrou de público a preferência pelo ex-governador de Minas como a sua nova opção.

A depender dos esforços da imprensa tradicional, nada de constrangedor, ilícito ou embaraçoso poderá abalar a imagem do provável candidato do PSDB, a não ser quando a diabólica internet insiste em meter o bedelho onde não deve.

Leia também:

Aécio, quando governador de Minas, foi soberano. Com a imprensa do Estado completamente coagida e a oposição fragilizada tanto pela própria incompetência desarticuladora, como pela incapacidade de enfrentar uma máquina robusta, o neto de Tancredo gozou de um status de invulnerabilidade. Nada, nenhuma denúncia de corrupção e acusações contra o seu governo foram levados adiante ou encarados com a seriedade requerida.

As imagens contidas no vídeo a seguir, por exemplo, só seriam vistas caso o telespectador estivesse antenado na tv assembleia, cuja audiência é baixíssima, ao vivo. 

Leia mais:

Reprodução e repercussão, só na rede:


quinta-feira, 3 de novembro de 2011

Como lidar com os anjos e os demônios interiores













Como lidar com os anjos e os demônios interiores

“O homem-psiqué se vê obrigado a integrar criativamente seu universo interior, com tendências dia-bólicas e sim-bólicas, destrutivas e construtivas”
Leonardo Boff 
 
O ser humano constitui uma unidade complexa: é simultaneamente homem-corpo, homem-psiqué e homem-espírito. Detenhamo-nos no homem-psiqué, vale dizer, no seu mundo interior, urdido de emoções e paixões, luzes e sombras, sonhos e utopias. Como há um universo exterior, feito de ordens-desordens-novas ordens, de devastações medonhas e de emergências promissoras, assim há também um mundo interior, habitado por anjos e os demônios. Eles revelam tendências que podem levar à loucura e à morte e energias de generosidade e de amor que nos podem trazer autorrealização e felicidade.
Como observava o grande conhecedor dos meandros da psiqué humana C.G. Jung: a viagem rumo ao próprio Centro, devido a estas contradições, pode ser mais perigosa e longa do que a viagem à Lua e às estrelas.
Há uma questão nunca resolvida satisfatoriamente entre os pensadores da condição humana: qual é a estrutura de base de nossa interioridade, de nosso ser psíquico? Muitas são as escolas de intérpretes.
Resumindo, sustentamos a tese de que a razão não comparece como a realidade primeira. Antes dela, há todo um universo de paixões e emoções que agitam o ser humano. Acima dela, há inteligência pela qual intuímos a totalidade,  nossa abertura ao infinito e o êxtase da contemplação do Ser. As razões começam com a razão. A razão mesma é sem razão. Ela simplesmente está aí, indecifrável.
Mas ela remete a dimensões mais primitivas de nossa realidade humana, das quais se alimenta e que a  perpassam em todas as suas expressões. A razão pura kantiana é uma ilusão. A razão sempre vem impregnada de emoção e de paixão, fato aceito pelo moderna epistemologia. A cosmologia contemporânea inclui na idéia do universo não apenas energias, galáxias e estrelas, mas também a presença do espírito e da subjetividade.
Conhecer é sempre um entrar em comunhão interessada e afetiva com o objeto do conhecimento. Apoiado por uma plêiade de outros pensadores, tenho sempre sustentado que o estatuto de base do ser humano não reside no cogito cartesiano (no eu penso, logo sou), mas no sentio platônico-agostiniano (no sinto, logo existo), no sentimento profundo. Este nos põe em contacto vivo com as coisas, percebendo-nos parte de um todo maior, sempre afetando e sendo afetados. Mais que ideias e visões de mundo, são paixões, sentimentos fortes, experiências seminais, o amor e também os seus contrários, as rejeições e os ódios avassaladores que nos movem e nos põem em marcha.
A razão sensível lança suas raízes no surgimento da vida, há 3,8 bilhões de anos, quando as primeiras bactérias irromperam e começaram a dialogar quimicamente com o meio para poder sobreviver. Esse processo se aprofundou a partir do momento em que surgiu o cérebro límbico, dos mamíferos, há mais de 125 milhões de anos, cérebro portador de cuidado, enternecimento, carinho e amor pela cria. É a razão emocional que alcançou o patamar autoconsciente e inteligente com os seres humanos, pois somos também mamíferos.
O pensamento ocidental é logocêntrico e antropocêntrico e sempre colocou sob suspeita a emoção por medo de prejudicar a objetividade da razão. Em alguns setores da cultura, criou-se uma espécie de lobotomia, quer dizer, uma grande insensibilidade face ao sofrimento humano e aos padecimentos pelos quais tem passado a natureza e o planeta Terra.
Nos dias atuais, nos damos conta da urgência de que, junto com a razão intelectual irrenunciável, importa incluir fortemente a razão sensível e cordial. Se não voltarmos a sentir com afeto e amor a Terra como nossa Mãe, e nós como a parte consciente e inteligente dela, dificilmente nos moveremos para salvar a vida, sanar feridas e impedir catástrofes.
Um dos méritos inegáveis da tradição psicanalítica, a partir do mestre-fundador Sigmund Freud,  foi o de ter estabelecido cientificamente a passsionalidade como a base, em grau zero, da existência humana. O psicanalista trabalha não a partir do que o paciente pensa, mas a partir  de suas reações afetivas, de seus anjos e demônios, buscando estabelecer certo equilíbrio e  uma serenidade interior sustentável.
A questão toda é como nos assenhorar criativamente de nossa passionalidade de natureza vulcânica. Freud se centra na integração da libido, Jung na busca da individuação, Adler no controle da vontade de poder, Carl Rogers no desenvolvimento da personalidade, Abraham Maslow no esforço de autorrealização das potencialidades latentes. Outros nomes poderiam ser citados como Lacan, Reich, Pavlov, Skinner, a psicologia transpessoal e a cognitiva comportamental e outros.
O que nos é permitido afirmar é que, independentemente das várias escolas psicanalíticas e filosóficas, o homem-psiqué se vê obrigado a integrar criativamente seu universo interior sempre em movimento, com tendências  dia-bólicas e sim-bólicas, destrutivas e construtivas.  Por acertos e erros vamos, processualmente, descobrindo nosso caminho.
Ninguém nos poderá substituir. Somos condenados a ser mestres e discípulos de nós mesmos.
Atualizada em: 31/10/2011 ás 10:57
 
Sobre o autor
Leonardo Boff
* Doutor em Teologia e Filosofia pela Universidade de Munique, nasceu em 1938. Foi um dos formuladores da “teologia da libertação”. Autor do livro Igreja: carisma e poder, de 1984, que sofreu um processo judicial no ex-Santo Oficio, em Roma, sob o cardeal Ratzinger. Participou da redação da Carta da Terra e é autor de mais de 80 livros nas várias áreas das ciências humanísticas.
Outros textos do colunista Leonardo Boff.

quarta-feira, 2 de novembro de 2011

Questão de segurança pública

MÍLICIA FORÇA EXÍLIO DE DEPUTADO MARCELO FREIXO - VERGONHA PARA O BRASIL



O Deputado Estadual Marcelo Freixo (PSOL-RJ) vai embarcar ou já embarcou para algum país da Europa, onde ficará junto com a sua família exilado, aos cuidados da Anistia Internacional, em local que não será revelado. A medida extrema visa garantir a sua vida, (e dos familiares do Deputado) que corre risco, imposto por milicianos, tipo de organização criminosa composta por policiais, bombeiros, outros agentes de segurança e também políticos e seus cabos eleitorais.

A situação das ameaças e a real possibilidade de que o Deputado fosse executado, a exemplo do que aconteceu com a juíza Patrícia Acioli, chegou a um ponto tal, que nem o governo do Estado do Rio de Janeiro teve a coragem de se manifestar, garantindo a vida do Deputado caso ele permanecesse no Brasil.

Apesar da segurança do Deputado ter sido reforçada, com escolta e carro blindado, o nível de contaminação da polícia carioca não dá a ninguém, nem mesmo ao governo Federal, a garantia de que os criminosos infiltrados e que atuam como milicianos, fortemente armados, com acesso a informações privilegiadas e controlando uma rede clandestina de venda de gás, transporte alternativo e TVs a cabo e a gato, que lhes dá uma renda muito alta, e, portanto, capaz de gerar subornos e financiar a contratação de matadores, não iriam, em algum momento, lhes possibilitar dar fim a vida do parlamentar.

Marcelo Freixo, que através de sua atuação é um dos principais responsáveis pelos golpes que a milícia sofreu, e a enfraqueceram, mas, não colocou ponto final na sua atuação, está assim, sendo obrigado a deixar o Brasil para continuar vivo.

É um dia vergonhoso para o país, um atestado do poder que o crime possui e a constatação de que o Governo Sérgio Cabral não possui o controle da Segurança Pública.

O Deputado garante que retorna ao país e será provavelmente candidato ao cargo de Prefeito da Cidade do Rio de Janeiro. Quem sabe durante seu exílio, as autoridades não intensificam o combate as milícias e mostram de forma cabal que não são tolerantes ou impotentes frente a essa modalidade de crime.
 
Postado por 007bondeblog