sexta-feira, 20 de janeiro de 2012

Cantora Etta James morre aos 73 anos - Etta James - Sunday Kind Of Love




EsquerdopataemO Esquerdopata -
 
*Uma das maiores vozes da história do jazz e do blues, norte-americana sofria de leucemia * iG São Paulo | Morreu nesta sexta-feira (20), aos 73 anos, a cantora norte-americana Etta James. Uma das maiores vozes da história do jazz e do blues, a artista havia sido diagnosticada com leucemia no início do ano passado. Também sofria de Mal de Alzheimer, tinha problemas nos rins e, desde 2010, passou por várias internações por conta de complicações de saúde. Em dezembro, seus médicos anunciaram que seu estado era terminal. No último dia 5, havia recebido alta para morrer em casa.

quarta-feira, 18 de janeiro de 2012




Do blog Nossa Canção

Negão, neguinha, neguinho
Eu sou negão nem se chamava assim. O título era Macuxi, muita onda, e foi assim, com o título que a consagraria apenas entre parêntesis, que saiu no álbum gravado às pressas para dar vazão ao tremendo sucesso radiofônico . O Produtor musical Paquito conta a incrível história:
Eu sou negão não é bem uma canção, é também uma canção e peça curta falada, com um diálogo entre as duas forças do carnaval baiano: o trio elétrico, representado por seu cantor, e o bloco-afro, representado pelo negão propriamente dito, cantor do bloco, que toma a palavra e entoa o refrão poderoso:
Eu sou negão / Meu coração é a Liberdade
Disso todo mundo sabe, mas a canção nasceu em uma convenção da gravadora Sony no Hotel Quatro Rodas, em Salvador. Gerônimo ficou de apresentar um show para os executivos da gravadora, mas sentiu-se desdenhado no palco, diante da platéia indiferente, e danou a improvisar na hora, por cerca de sete minutos.
O então disc-jóquei da Rádio Itaparica, Baby Santiago, presente no local, gravou a música ali mesmo, no instante da execução, e botou pra tocar na programação da rádio. Verão de 86, a música fez sucesso instantâneo. A Itaparica, que era sétimo lugar em audiência, passou pra segundo, e Gerônimo não tinha nem disco, que contivesse a faixa, pra vender. Foi feita uma segunda gravação, mais curta, no estúdio de Silvio Ricarti, pra entrar num disco de apenas três faixas, e resto, como diz o clichê, é história.
Eu sou Negão – clip original (falta um pedaço no início, mas vale a pena ver)

 
Ouvindo Eu sou negão, percebe-se claramente que há duas músicas ali. Dentro de uma, o reggae que era a música original, surgiu uma outra coisa a partir dos improvisos de Gerônimo – uma espécie de enfrentamento entre as duas vertentes do carnaval baiano, mas mais que isso, uma discussão sobre a autenticidade de uma cultura negra e seus desdobramentos. Eu sou negão é sobretudo uma canção para ser assistida ao vivo. Eu só a vi assim uma vez, num programa de TV à época, e fiquei maravilhado quando, na mudança de ritmo da entrada do trio elétrico, Gerônimo e vários músicos começaram a pular e se empurrar no palco, pulando carnaval, teatralizando completamente a apresentação.
Eu sou negão – ao vivo (não há a teatralização, mas é uma versão mais madura, com um texto de improviso completamente diferente e interessantíssimo de Gerônimo)

 
Eu sou negão inspirou Eu sou neguinha, de Caetano, a partir de uma foto – enviada por Arto Lindsay a Caetano – que mostrava um Prince andrógino com a frase, escrita por Arto: “eu sou neguinha?”.
Eu sou neguinha? (Caetano Veloso com a Banda Cê)
Eu sou neguinha desloca e ao mesmo tempo amplia o raio de ação de Eu sou negão. Até geograficamente: se a primeira dá endereço certo (Pega a Rua Chile, desce a ladeira, tá na Praça Castro Alves, na Praça da Sé), Caetano tava em Madureira, tava na Bahia, no Beaubourg no Bronx, no Brás. A levada da gravação de estúdio de Caetano também passa ao largo de ritmos chamados baianos, e se presta a esta revisão na fase rocker atual. Para além da questão óbvia da sexualidade, a música de Prince, na época qualificada como fusion, misturava rock, funk, jazz (ele chegou a fazer sessões com Miles Davis) e era por si uma nova afirmação da cultura negra, acompanhada de um questionamento de suas verdadeiras fronteiras. Caetano sabia disso. No aniversário de Roberto Carlos aquele ano, o jornal O Globo fez uma enquete engraçadinha perguntando a vários músicos que presente dariam para o Rei. Caetano ofereceu o álbum Sign o’ the times, de Prince.
A pergunta de Caetano, que se definiria pouco tempo depois mulato na canção Branquinha, corresponde à admissão de Gerônimo no discurso da gravação ao vivo acima de não ser negão, e sim mulato, relativizando assim a tomada de posição em favor de um dos personagens de sua canção (pois o refrão, cantado pelo personagem/cantor do bloco afro, o sobrepõe ao trio elétrico decisivamente). Quem é negunha agora, quem é negão, nesta cultura miscigenada?
E então, em 2011, no álbum Recanto, só de canções de Caetano, Gal Costa gravou Neguinho.

Neguinho se encaixa numa tradição pessoal do Caetano da música-discurso civilizatório (Podres Poderes, Fora de Ordem, Vamo Comê), passando inclusive pelo seu assunto eterno retorno do ultrapasar o sinal vermelho (como também em Haiti e Neide Candolina). Neguinho é como que o lado escuro de Eu sou neguinha, com sua crítica feroz e sua melodia quase monocórdica. Mas de resto, todas as três canções são eminentemente discursivas – no caso de Eu sou Negão, quase à força… e no entanto, esta é a que acaba tendo mais variação pela interpretação falada, cheia de nuances, enquanto nas duas de Caetano, a melodia transita entre duas a três notas de cada vez. Aliás, o motivo melódico inicial das duas é muito parecido. E em todas, os refrões fortes, titulares, curtos e repetitivos contrastando com as estrofes, indo do grito de guerra à pergunta, e desta a um irônico hey, hey, que pode ser ouvido também (e mais ironicamente ainda) rei, rei.
Neguinho, partindo em sua construção da acepção de gíria da palavra, como um pronome indefinido, parte também para uma informalidade absoluta de linguagem, em frases como neguinho também se acha. Se as três canções primam pela sintaxe absolutamente coloquial, Eu sou negão e Neguinho, propositalmente, extrapolam para um universo linguístico muito popular, porém por motivos e com resultados diversos: enquanto a primeira provoca uma identificação pela teatralidade da personificação, a segunda causa um certo estranhamento, tanto pela interpretação sem nenhum entusiasmo de Gal Costa quanto pelo sóbrio arranjo eletrônico que sugere um universo bem diferente. Mas Caetano se apropria do código desta linguagem tida como inculta para traçar o retrato crítico de uma sociedade contraditória:
Neguinho vai pra Europa, States, Disney e volta cheio de si
Neguinho cata lixo no Jardim Gramacho
Mas o essencial nesta canção é exatamente o título/refrão. Caetano afirma adorar o uso da palavra neguinho em substituição à expressão todo mundo. E explicita a quem se refere no verso neguinho que eu falo é nós. É quando é feita a passagem da discussão de uma cultura para toda a sociedade, como herdeira desta cultura. Se em Eu sou neguinha Caetano se constitúi como o lugar desta mistura, no último verso parece já dar a deixa para a generalização que faria mais tarde:
E que o mesmo signo que eu tenho ler e ser
É apenas um possível ou impossível em mim em mim em mil em mil em mil
A passagem do em mim para o em mil completa a passagem da cultura negra para a cultura popular, das nações africanas para a nação brasileira, com todas as suas misturas e contradições (já tratei disso aqui recentemente, analisando Nação, de João Bosco, Aldir Blanc e Paulo Emílio). Não é à toa que do samba-reggae passa-se pelo rock e chega-se à música eletrônica (mas sempre com ritmos meio híbridos, utilizados para fazer algo que de alguma forma extrapola os estilos). Gerônimo, na versão ao vivo acima, já havia avisado:
A cultura negra fez com que o mundo descobrisse o rock’n roll, o jazz, o reggae, a música popular brasileira, se não tivese o tempero da raça negra, ai de nós, o que seria de mim.
O que seria de neguinho.







Pessoal, foram garimpadas na internet por mim, cabritolunatico

terça-feira, 17 de janeiro de 2012

Luana Piavani - um pouco mais desta gostosa






A musa Luana Piovani

Filme- A MÃE E A PUTA - 1973 - JEAN EUSTACHE

Vale a pena baixar e assistir.

Cabritolunatico

 

A MÃE E A PUTA - 1973 - JEAN EUSTACHE

A MÃE E A PUTA
1973
JEAN EUSTACHE


SINOPSE:
Um parisiense aparenta manter um relacionamento aberto ideal com sua namorada, mas acaba se apaixonado por uma enfermeira, que se orgulha de sua vida casual. Um triângulo amoroso se estabelece na tentativa de formar um ménage-a-trois. Poderoso filme do mestre Jean Eustache considerado por muitos uma das maiores obras primas do cinema moderno.








SOBRE:
210 minutos é o tempo requisitado por este petardo inigualável de Jean Eustache. São os mais longos e torturosos minutos jamais filmados, os mais sensíveis, subversivos e verdadeiramente avassaladores também. É fruto claro de toda a baderna em torno de Maio de 68, movimento estudantil e perda de perspectivas da juventude européia do início da década de 70, mas o que realmente fica pode muito bem ser assimilado se contextualizado com qualquer outro período histórico – especialmente os de maior desorientação, como hoje.

Pode-se buscar a grosso modo uma definição como filme de relacionamentos, assim sendo, um filme sobre o humano e sua clara imperfeição. A Mãe e a Puta tem início com Jean-Pierre Léaud, ator fetiche da nouvelle vague, sendo rejeitado por um affair. Seguimos a partir daí seus passos entre a vida com a colega de quarto – namorada de relacionamento aberto – e uma enfermeira que aos poucos começa a conhecer – num terceiro momento, temos a intersecção entre as duas vidas na inconscientemente consciente tentativa de um relacionamento a três.

É ao mesmo tempo o mais simples e calculado dos filmes. Cada movimento, gesto ou palavra parece ter sido devidamente filtrado por Eustache em busca da exatidão em seu super-controle de tempo e ação. Há um equilíbrio por vezes inacreditável na forma como cada momento – sem necessariamente representar uma ação – é coligado ao próximo, e assim mantém-se até a rigorosamente opaca mise en scéne implodir em um dos mais bem sustentados closes do Cinema – onde há também a ruptura de todas as idéias apresentadas até então sobre estereótipos trabalhados nas entrelinhas.

O resultado é tão devastador quanto a trabalhada idéia de solidão, vazio e necessidade. Eustache veicula cada movimento do filme como vertente à verbalização da idéia final – quão bom seria se todos soubessem decidir exatamente o que há a se dizer. E se, ao final de tudo, podemos ver uma grande ponta de esperança no subversivo momento derradeiro, há também uma espécie de fortificação da dúvida que se cria através da lembrança da enérgica e pragmática falta de sentido de tantos outros.

Trata-se, afinal, do humano. Por: Daniel Dalpizzolo

ELENCO:
Bernadette Lafont
Jean-Pierre Léaud
Françoise Lebrun
Isabelle Weingarten
Jacques Renard
Jean-Noël Picq

FICHA:

Título Original: La maman et la putain
País De Origem: França
Ano De Lançamento: 1973
Gênero: Drama
Duração: 3h 30Min
Idioma: Francês

DADOS DO ARQUIVO:

Qualidade: DVDRip
Formato: AVI
Tamanho: 1.5 GB
Legenda: Português/BR (Separadas)
Servidor: Megaupload

LINKS PARA DOWNLOAD:

1- http://www.megaupload.com/?d=VQ4K7VS1
2- http://www.megaupload.com/?d=DMLXV6RN
3- http://www.megaupload.com/?d=B9ESJN79
4- http://www.megaupload.com/?d=U3NPM8KE
5- http://www.megaupload.com/?d=MTXSYGIF
6- http://www.megaupload.com/?d=3IAVA3D1
7- http://www.megaupload.com/?d=ZUMTVV1W
8- http://www.megaupload.com/?d=IA246O3Q


Postado por Cinecultclassic

A Constituição é letra morta?




Ninguém tem nada a ver com o que fazem pessoas maiores em sua intimidade, de forma consentida, se isso não envolve violência.
Niguém tem nada a ver com o direito de pessoas expressarem opinião ou criação artística, independente de se considerar de bom ou mau gosto.
Outra coisa, bem diferente, é utilizar-se de concessões do poder público, como são os canais de televisão, sobretudo os abertos, para promover, induzir e explorar, com objetivo de lucro, atentados à dignidade da pessoa humana.
Não cabe qualquer discussão de natureza moral sobre a índole e o comportamento dos participantes. Isso deve ser tratado na esfera penal e queira Deus que, 30 anos depois, já se tenha superado a visão que vimos, os mais velhos, acontecer em casos como o de Raul “Doca” Street, onde o comportamento da vítima e não o ato criminoso ocupava o centro das discussões.
O que está em jogo, aqui, é o uso de um meio público dedifusão, cujo uso é regido pela Constituição:

Art. 221. A produção e a programação das emissoras de rádio e televisão atenderão aos seguintes princípios:
I – preferência a finalidades educativas, artísticas, culturais e informativas;(…)
IV – respeito aos valores éticos e sociais da pessoa e da família.

O que dois jovens, embriagados, possam ou não ter feito no “BBB” é infinitamente menos graves do que o fato de por razões empresariais, pessoas sóbrias e responsáveis pela administração de uma concessão pública fazem ali.
Não adianta dizer que um participante foi expulso por transgredir o regulamento do programa. Pois se o programa consiste em explorar a curiosidade pública sobre comportamentos-limite, então a transgressão destes limites é um risco assumido deliberadamente.
Assumido em razão de lucro pecuniário: só as cotas de patrocínio rendem à Globo mais de R$ 100 milhões. Com a exploração dos intervalos comerciais, pay-per-view, merchandising, este valor certamente se multiplica algumas vezes.
Será que um concessionário de linhas de ônibus teria o direito de criar “atrações” deste tipo aos passageiros, para lucrar?
Intependente da responsabilização daquele rapaz, que depende de prova, há algo evidente: a emissora assumiu o risco, ao promover a embriaguez, a exploração da sexualidade, o oferecimento de “quartos” para manifestação desta sexualidade, a atitude consciente de vulnerar seus participantes a atos não consentidos. É irrelevante a ausência de reação da jovem, ainda que não por embriaguez. Se a emissora provocou, por todos os meios e circunstâncias, a possibilidade de sexo não consentido, é dela a responsabilidade pelo que se passou, porque não adiante dizer que aquilo deveria parar “no limite da responsabilidade”.
Todos os que estão envolvidos, por farta remuneração, neste episódio – a começar pelo abjeto biógrafo de Roberto Marinho, que empresta o nome do jornalismo à mais vil exploração do ser humano – não podem fugir de suas responsabilidades.
Não basta que, num gesto de cinismo hipócrita, o sr. Pedro Bial venha dizer que o participante está eliminado por “infringir as regras do programa”. Se houve um delito, não é a Globo o tribunal que o julga. Não é uma transgressão contratual, é penal.
Que, além da responsabilização de seu autor, clama pela responsabilização de quem, deliberadamente, produziu todas as cirncunstâncias e meios para isso.
E que não venham a D. Judith Brito e a Abert falar em censura ou ataques à liberdade de expressão.
E depois não se reclame de que as demais emissoras façam o mesmo.
O cumprimento da Constituição é dever de todos os cidadãos e muito maior é o dever do Estado em zelar para que naquilo que é área pública concedida isso seja observado.
Do contrário, revoquemos a Constituição, as leis, a ideia de direito da mulher sobre seu corpo, das pessoas em geral quanto à sua intimidade e o conceito social de liberdade.
A Globo sentiu que está numa “fria” e vai fazer o que puder para reduzir o caso a um problema individual do rapaz e da moça envolvidos. Nem toca no assunto.
Tudo o que ela montou, induziu, provocou para lucrar não tem nada a ver com o episódio. Não é a custa de carícias íntimas, exposição física, exploração da sensualidade e favorecimento ao sexo público que ela ganha montanhas de dinheiro.
Como diz o “ministro” Pedro Bial ao emitir a “sentença” global ( veja o vídeo) : o espetáculo tem que continuar. E é o que acontecerá se nossas instituições se acovardarem diante das responsabilidades de quem promove o espetáculo.
Atirar só Daniel aos leões será o máximo da covardia para a inteligência e a justiça nestes país..

segunda-feira, 16 de janeiro de 2012

Quantas vezes eu assassinei o amor?

O amor nunca morre de morte natural. Anaïs Nïn estava certa.
Morre porque o matamos ou o deixamos morrer.
Morre envenenado pela angústia. Morre enforcado pelo abraço. Morre esfaqueado pelas costas. Morre eletrocutado pela sinceridade. Morre atropelado pela grosseria. Morre sufocado pela desavença.
Mortes patéticas, cruéis, sem obituário e missa de sétimo dia.
Mortes sem sangramento. Lavadas. Com os ossos e as lembranças deslocados.
O amor não morre de velhice, em paz com a cama e com a fortuna dos dedos.
Morre com um beijo dado sem ênfase. Um dia morno. Uma indiferença. Uma conversa surda. Morre porque queremos que morra. Decidimos que ele está morto. Facilitamos seu estremecimento.
O amor não poderia morrer, ele não tem fim. Nós que criamos a despedida por não suportar sua longevidade. Por invejar que ele seja maior do que a nossa vida.
O fim do amor não será suicídio. O amor é sempre homicídio. A boca estará estranhamente carregada.
Repassei os olhos pelos meus namoros e casamentos. Permiti que o amor morresse. Eu o vi indo para o mar de noite e não socorri. Eu vi que ele poderia escorregar dos andares da memória e não apressei o corrimão. Não avisei o amor no primeiro sinal de fraqueza. No primeiro acidente. Aceitei que desmoronasse, não levantei as ruínas sobre o passado. Fui orgulhoso e não me arrependi. Meu orgulho não salvou ninguém. O orgulho não salva, o orgulho coleciona mortos.
No mínimo, merecia ser incriminado por omissão.
Mas talvez eu tenha matado meus amores. Seja um serial killer. Perigoso, silencioso, como todos os amantes, com aparência inofensiva de balconista. Fiz da dor uma alegria quando não restava alegria.
Mato; não confesso e repito os rituais. Escondo o corpo dela em meu próprio corpo. Durmo suando frio e disfarço que foi um pesadelo. Desfaço as pistas e suspeitas assim que termino o relacionamento. Queimo o que fui. E recomeço, com a certeza de que não houve testemunhas.
Mato porque não tolero o contraponto. A divergência. Mato porque ela conheceu meu lado escuro e estou envergonhado. Mato e mudo de personalidade, ao invés de conviver com minhas personalidades inacabadas e falhas.
Mato porque aguardava o elogio e recebia de volta a verdade.
O amor é perigoso para quem não resolveu seus problemas. O amor delata, o amor incomoda, o amor ofende, fala as coisas mais extraordinárias sem recuar. O amor é a boca suja. O amor repetirá na cozinha o que foi contado em segredo no quarto. O amor vai abrir o assoalho, o porão proibido, fazer faxina em sua casa. Colocar fora o que precisava, reintegrar ao armário o que temia rever.
O amor é sempre assassinado. Para confiarmos a nossa vida para outra pessoa, devemos saber o que fizemos antes com ela.


- Fabrício Carpinejar
do Blog poetriz
as imagens são do cabritolunatico, garimpadas na internet...

Gaúcha vence o concurso ‘Preferência Nacional’ e ganha a capa de fevereiro da ‘Playboy’

 
Acabou o mistério. Essa gata que você está vendo aqui, em breve estará estampando um ensaio nu, sem tarja ou censura. A gaúcha Jéssica Amaral, de Alvorada/RS, é a vencedora do concurso Preferência Nacional, promovido pela “Playboy”. A dona do bumbum mais bonito do Brasil recebeu mais de 65 mil votos, e ganhou o direito de estampar a capa de fevereiro da publicação. A bela, que também vai embolsar R$ 50 mil, deve ir para São Paulo na próxima semana para fotografar seu ensaio nu.
A morena, que tem um quadril de 98cm, e 84 de busto, tem um relacionamento sério com Rich Dutra. Pelo Facebook, a bela agradeceu a vitória: "Pessoal! estou aqui para agradecer mais uma vez pela ajuda de vcs no Preferencia Nacional .. eu venci com mais de 65 mil votos! sem palavras".
Inspirados, internautas até já colocaram a moça na capa da revista. Veja abaixo:





 

 



Jéssica Amaral

Jéssica Amaral



 

Flávia..., gostosa









acho que tenho uma queda por mulheres gostosas...

O fim da civilização

O fim da civilização

EsquerdopataemO Esquerdopata -
 
*A dignidade humana ultrajada *Cláudio Lembo Terra Magazine As imagens do cotidiano são perversas. Todos os dias a fragilidade humana, em todos os seus aspectos, é exposta sem qualquer traço de pudor. As pessoas perderam os limites da boa convivência.O viver em sociedade impõe determinadas obrigações a cada participante da comunidade. Existem leis perenes que, durante séculos, emergiram da consciência de muitas gerações. Formaram-se costumes e, quando estes dizem respeito à dignidade humana, devem ser preservados sob pena de se destruir a herança moral da própria civilização....mais »

sexta-feira, 13 de janeiro de 2012

Franciely Freduzeski - Parte II



























Pessoal, ensaio desta  linda e gostosa atriz na revista Playboy, a xaninha cabeluda e um tesão... 

Postarei o ensaio dela na revista Sexy em outra ocasião