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segunda-feira, 25 de novembro de 2013
TUDO EM CIMA: Dez vídeos para entender a importância do Monty Py...
TUDO EM CIMA: Dez vídeos para entender a importância do Monty Py...: Eles começaram na Inglaterra, influenciaram gerações e, hoje, seus integrantes estão na casa dos 70 anos de idade. Um dos mais importa...
quarta-feira, 20 de novembro de 2013
terça-feira, 19 de novembro de 2013
Caio Fernando Abreu.
Ele pode estar olhando tuas fotos
neste exato momento. Por que não? Passou-se muito tempo, detalhes se perderam.
E daí? Pode ser que ele faça as mesmas coisas que você faz escondida, sem
deixar rastro nem pistas. Talvez, ele passa a mão na barba mal feita e sinta
saudade do quanto você gostava disso. Ou percorra trajetos que eram teus, na
tentativa de não deixar que você se disperse das lembranças. As boas. Por
escolha ou fatalidade, pouco importa, ele pode pensar em você. Todos os dias.
E, ainda assim, preferir o silêncio. Ele pode reler teus bilhetes, procurar o
teu cheiro em outros cheiros. Ele pode ouvir as tuas músicas, procurar a tua
voz em outras vozes. Quem nos faz falta, acerta o coração como um vento súbito
que entra pela janela aberta. Não há escape. Talvez, ele perceba que você faz
falta e diferença, de alguma forma, numa noite fria. Você não sabe. Ele pode
ser o cara com quem passará aquele tão sonhado verão em Paris. Talvez, ele
volte. Ou não.
Caio Fernando Abreu.
segunda-feira, 18 de novembro de 2013
TUDO EM CIMA: Filmes: "A Caça"
TUDO EM CIMA: Filmes: "A Caça": AMANHÃ PODE SER VOCÊ Este é um filme que todos deveriam ser obrigados a assistir, principalmente advogados e jornalistas - por An...
quinta-feira, 14 de novembro de 2013
tua língua no interior das minhas coxas

Contorço-me ao sentir a tua língua no interior das minhas coxas. Lambes-me suavemente. Cócegas. Vais subindo em direção a ela. Beijas-me cada centímetro de pele. Fazes-me esperar … ansiar. Fico irrequieta. Sinto por breves instantes a tua língua. Gemo. Eriça-se a pele. Comprimo-te contra ela. A pressão. O lamber. O alternar. Mais rápido. Mais lento. Mais suave. Mais forte. Tudo me agrada. Tremem as pernas. Gemo alto. Foges e voltas às coxas. Fico ainda mais ávida da tua língua. Quero-a.Vontade da tua boca nela. Sobes novamente … Suspiro. Alívio!
Garimpado do blog O Meu Vicio de Ti!
Dos silêncios … dos confortáveis
“Dos silêncios … dos confortáveis”
— | parece o meu corpo não se esquece (….)![]() Do Blog O Meu Vício de Ti! 1 de Novembro de 2013 Dos silêncios … dos confortáveis ![]() “Mia: Don`t you hate that? Vincent: What? Mia: Uncomfortable silences. Why do we feel it`s necessary to yak about bullshit in order to be comfortable? Vincent: I don`t know. That’s a good question Mia: That’s when you know you’ve found somebody special. When you can just shut the fuck up for a minute and comfortably enjoy the silence.” Pulp Fiction (1994) Gosto do que temos, do que construímos ao longo do tempo. Gosto de ti como és e pelo que és. Gosto do que me fazes sentir. Do querer ser melhor, muito melhor. Da cumplicidade que temos. Do entendimento. De falar com o olhar. De te dizer tudo apenas com um sorriso, tu o entenderes na perfeição e responderes com um outro, de volta. De te ler nas entrelinhas, sem precisares sequer de falar. Das mãos que se procuram e sempre se encontram, que conhecem os caminhos e descobrem outros. Da serenidade que me fazes sentir. Do afecto. Da ânsia em nos tocarmos, que persiste no tempo e volta sempre, de diferentes formas, mas volta. Do sentido que ambos fazemos. Gosto dos beijos, dos toques, dos abraços prolongados, do aconchego, da mistura dos nossos cheiros, dos sabores, da minha pele em contacto com a tua pele, do sexo. Gosto de ti e gosto do que temos, até dos silêncios. |
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Olhas-me e percorres-me … Vês as minhas curvas descritas por baixo da roupa
do blog aroeirapura
Olhas-me e percorres-me … Vês as minhas curvas descritas por baixo da roupa, a forma como me sento, os movimentos que o meu corpo projeta conforme me mexo ao falar. Observas. Sorves tudo. Os olhos dizem que queres mais, muito mais. Abres a porta e deixas-me entrar à tua frente. Observas o bambolear. O fechar da porta causa-me arrepio. Fico confusa entre o desejo, que sinto cada vez mais e o enfrentar algo, que não controlo em absoluto. “És um mistério para mim” penso. Agrada-me mas assusta-me ao mesmo tempo. Viro-me para ti. Sorrio. Tu retribuis. Aproximo-me, sinto a tua respiração cada vez mais perto. Cheiro-te. Toco-te, ao de leve, nos lábios, com os meus. Deslizo a mão. Quero sentir o teu sexo. Encontro-o duro. Agrada-me que o estejas! Sem descolar os meus lábios dos teus e em tom de provocação, acrescento, “Pareces contente por estares aqui, comigo!”. Puxas-me para ti com força e apertas-me. Noto cada vez mais a tua vontade de me sentir. Percorres as tuas mãos pelas minhas mamas e tentas provar os mamilos hirtos e grandes que parecem querer sair pelo decote. Viras-me de costas para ti. Ficas bem colado a mim, sentes, na perfeição, o meu rabo a mover-se e a roçar em ti. Nele. Apertas-me, ainda mais. Afincas a tua boca no meu pescoço, beijas-me, trincas-me suavemente enquanto as tuas mãos percorrem o meu corpo, seguindo as minhas formas. Apalpas-me, apertas-me de uma forma rude e intensa como gesto do domínio que queres ter. Apertas-me tanto contra ti, que fico com pouco espaço para me mover. Começo-me a sentir presa. Algo que se por um lado me agrada por outro começa-me a deixar irrequieta. Cada vez te sinto mais. Começas a querer chegar à pele, a querer tocar na pele, a querer tocar-me no sexo. As tuas mãos deslizam levantando o vestido. Sentes as pernas, as meias, as ligas e finalmente chegas ao sexo. A tua mão insiste em me explorar. Queres senti-la, a ela. Afastas as cuecas e deslizas os dedos nela. Quero te tocar mas não consigo. Apertas-me tanto! Tens mais força do que eu. Metes-me na boca os dedos molhados. Saboreie-os. Chupo-te, os dedos. Sorrio. Apertas-me novamente e segredas-me ao ouvido: “És tão puta! És a minha puta!”
quarta-feira, 13 de novembro de 2013
Nick Cave & The Bad Seeds - "Jubilee Street" (Official Uncensored Music ...
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Olhas-me e percorres-me ... Vês as minhas curvas descritas por baixo da roupa, a forma como me sento, os movimentos que o meu corpo projeta conforme me mexo ao falar. Observas. Sorves tudo. Os olhos dizem que queres mais, muito mais. Abres a porta e deixas-me entrar à tua frente. Observas o bambolear. O fechar da porta causa-me arrepio. Fico confusa entre o desejo, que sinto cada vez mais e o enfrentar algo, que não controlo em absoluto. "És um mistério para mim" penso. Agrada-me mas assusta-me ao mesmo tempo. Viro-me para ti. Sorrio. Tu retribuis. Aproximo-me, sinto a tua respiração cada vez mais perto. Cheiro-te. Toco-te, ao de leve, nos lábios, com os meus. Deslizo a mão. Quero sentir o teu sexo. Encontro-o duro. Agrada-me que o estejas! Sem descolar os meus lábios dos teus e em tom de provocação, acrescento, "Pareces contente por estares aqui, comigo!". Puxas-me para ti com força e apertas-me. Noto cada vez mais a tua vontade de me sentir. Percorres as tuas mãos pelas minhas mamas e tentas provar os mamilos hirtos e grandes que parecem querer sair pelo decote. Viras-me de costas para ti. Ficas bem colado a mim, sentes, na perfeição, o meu rabo a mover-se e a roçar em ti. Nele. Apertas-me, ainda mais. Afincas a tua boca no meu pescoço, beijas-me, trincas-me suavemente enquanto as tuas mãos percorrem o meu corpo, seguindo as minhas formas. Apalpas-me, apertas-me de uma forma rude e intensa como gesto do domínio que queres ter. Apertas-me tanto contra ti, que fico com pouco espaço para me mover. Começo-me a sentir presa. Algo que se por um lado me agrada por outro começa-me a deixar irrequieta. Cada vez te sinto mais. Começas a querer chegar à pele, a querer tocar na pele, a querer tocar-me no sexo. As tuas mãos deslizam levantando o vestido. Sentes as pernas, as meias, as ligas e finalmente chegas ao sexo. A tua mão insiste em me explorar. Queres senti-la, a ela. Afastas as cuecas e deslizas os dedos nela. Quero te tocar mas não consigo. Apertas-me tanto! Tens mais força do que eu. Metes-me na boca os dedos molhados. Saboreie-os. Chupo-te, os dedos. Sorrio. Apertas-me novamente e segredas-me ao ouvido: "És tão puta! És a minha puta!"
Olhas-me e percorres-me ... Vês as minhas curvas descritas por baixo da roupa, a forma como me sento, os movimentos que o meu corpo projeta conforme me mexo ao falar. Observas. Sorves tudo. Os olhos dizem que queres mais, muito mais. Abres a porta e deixas-me entrar à tua frente. Observas o bambolear. O fechar da porta causa-me arrepio. Fico confusa entre o desejo, que sinto cada vez mais e o enfrentar algo, que não controlo em absoluto. "És um mistério para mim" penso. Agrada-me mas assusta-me ao mesmo tempo. Viro-me para ti. Sorrio. Tu retribuis. Aproximo-me, sinto a tua respiração cada vez mais perto. Cheiro-te. Toco-te, ao de leve, nos lábios, com os meus. Deslizo a mão. Quero sentir o teu sexo. Encontro-o duro. Agrada-me que o estejas! Sem descolar os meus lábios dos teus e em tom de provocação, acrescento, "Pareces contente por estares aqui, comigo!". Puxas-me para ti com força e apertas-me. Noto cada vez mais a tua vontade de me sentir. Percorres as tuas mãos pelas minhas mamas e tentas provar os mamilos hirtos e grandes que parecem querer sair pelo decote. Viras-me de costas para ti. Ficas bem colado a mim, sentes, na perfeição, o meu rabo a mover-se e a roçar em ti. Nele. Apertas-me, ainda mais. Afincas a tua boca no meu pescoço, beijas-me, trincas-me suavemente enquanto as tuas mãos percorrem o meu corpo, seguindo as minhas formas. Apalpas-me, apertas-me de uma forma rude e intensa como gesto do domínio que queres ter. Apertas-me tanto contra ti, que fico com pouco espaço para me mover. Começo-me a sentir presa. Algo que se por um lado me agrada por outro começa-me a deixar irrequieta. Cada vez te sinto mais. Começas a querer chegar à pele, a querer tocar na pele, a querer tocar-me no sexo. As tuas mãos deslizam levantando o vestido. Sentes as pernas, as meias, as ligas e finalmente chegas ao sexo. A tua mão insiste em me explorar. Queres senti-la, a ela. Afastas as cuecas e deslizas os dedos nela. Quero te tocar mas não consigo. Apertas-me tanto! Tens mais força do que eu. Metes-me na boca os dedos molhados. Saboreie-os. Chupo-te, os dedos. Sorrio. Apertas-me novamente e segredas-me ao ouvido: "És tão puta! És a minha puta!"
TUDO PODE TENTAR-ME - Butler Yeats
Tudo pode tentar-me a que me afaste deste ofício do verso:
Outrora foi o rosto de uma mulher, ou pior —
As aparentes exigências do meu país regido por tolos;
Agora nada melhor vem à minha mão
Do que este trabalho habitual. Quando jovem,
Não daria um centavo por uma canção
Que o poeta não cantasse de tal maneira
Que parecesse ter uma espada nos seus aposentos;
Mas hoje seria, cumprido fosse o meu desejo,
Mais frio e mudo e surdo que um peixe.
Outrora foi o rosto de uma mulher, ou pior —
As aparentes exigências do meu país regido por tolos;
Agora nada melhor vem à minha mão
Do que este trabalho habitual. Quando jovem,
Não daria um centavo por uma canção
Que o poeta não cantasse de tal maneira
Que parecesse ter uma espada nos seus aposentos;
Mas hoje seria, cumprido fosse o meu desejo,
Mais frio e mudo e surdo que um peixe.
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