segunda-feira, 7 de maio de 2012

Show completo do Tim Maia

   


Pessoal, este video do Tim é demais, só que é grande, tem 1:31:16 , mas vale a pena ver e curtir, salve Tim...

Jorge Benjor - W Brasil (Video Clip by DJ Claudio Vizu)

Jorge Ben & Tim Maia 1981

CAROLINA DIECKMANN - NUA NA REDE

CAROLINA DIECKMANN - NUA NA REDE

OS CUIDADOS PARA NÃO TER A INTIMIDADE DEVASSADA




Não vamos publicar as fotos em que a atriz aparece nua. Afinal, se foram roubadas e estão sendo expostas sem a autorização de Carolina, conforme a versão de quem representa a atriz, nos sentimos moralmente impedidos de dar divulgação ao material, pois, estaríamos sendo de alguma forma cúmplices dos que praticaram o vazamento. Audiência é bom, todos queremos que nossos blogs tenham muitos acessos, mas, esse "sucesso" não pode ser alcançado a qualquer preço. 


A atriz Carolina Dieckmann teve a sua intimidade, e até de seu filho, devassada. Uma série de fotos, algumas em que a atriz aparece completamente nua estão sendo divulgadas desde sexta-feira, nas redes sociais, sites e blogs. Não se sabe ainda como as fotos foram capturadas (ou roubadas). Existe uma suspeita de que um técnico de informática que consertou o equipamento onde as fotos estavam armazenadas possa tê-las copiado. Segundo a imprensa vem divulgando, a atriz foi chantageada para que as fotos não fossem divulgadas na REDE. 

O assunto acende a luz vermelha com relação aos cuidados que se deve ter ao divulgar dados e fotos, pessoais e familiares na INTERNET. Depois de publicado, não há mais como se ter controle o material, não dá mais para voltar e apagar, pois, se alguém já copiou, tudo poderá ser reproduzido. Há de se ter inclusive muito cuidado, pois, é questão até de segurança.

Se na vida real, já não podemos afirmar que conhecemos plenamente as pessoas com quem lidamos, imagine no mundo virtual.





A Matéria é de O DIA
http://odia.ig.com.br/portal/rio/carolina-dieckmann-foi-chantageada-1.437593

domingo, 6 de maio de 2012

Sensual



Sensual



"Ah! Esse seu jeito sensual que me fascina,
E o teu modo de dizer e de cantar…cantas a vida,
Que me convida, o teu corpo provocar…
Desfruto dele, cada milímetro exploro,
E em cada canto (um encanto) apreciar …
...
Garimpado do face Afrodite Vênus

Embora mulher, sofrida de dores e amores …
É no teu peito que eu quero despertar,
Me faz menina pra poder de encantar e ao mesmo tempo…
Ser mulher e te amar.
Digo palavras desconexas, culpo o desejo …
Quem sabe (foi) o vinho que nos fez embriagar,
Quero sentir teu gosto, tua boca a me sugar…
E extasiada explodir em emoção!
Deixar-te louco de desejos e amores,
De tal maneira que não possas recuar!"

Fonte: Feiticeira – Site de Poesias

terça-feira, 1 de maio de 2012

MUDANÇA















 








Pessoal, este texto é bastante badalado na internet, mas é atualíssimo, por isto faço esta postagem para uma nova leitura/reeleitura...

Esse texto está sendo reivindicado como de autoria do Sr. Edson Marques, poeta e blogueiro do MUDE, como ele pediu para dar o devido crédito, estou fazendo esta modificação, sendo que este texto garimpei do claricelispectorclarice.blogspot.com.br, como sou daqueles que acredita na bondade humana estou alterando o autor do texto.

O Sr. Edson Marques, autor do  texto que tinha sido postado e que retirei porque ele foi extremamente deselegante e vaidoso.

QUERO SER TAMBOR - JOSÉ CRAVEIRINHA

Pierre Verger 


QUERO SER TAMBOR - 

JOSÉ CRAVEIRINHA

Tambor está velho de gritar
Oh velho Deus dos homens
deixa-me ser tambor
corpo e alma só tambor
só tambor gritando na noite quente dos trópicos.
Nem flor nascida no mato do desespero
Nem rio correndo para o mar do desespero
Nem zagaia temperada no lume vivo do desespero
Nem mesmo poesia forjada na dor rubra do desespero.
Nem nada!
Só tambor velho de gritar na lua cheia da minha terra
Só tambor de pele curtida ao sol da minha terra
Só tambor cavado nos troncos duros da minha terra.
Eu
Só tambor rebentando o silêncio amargo da Mafalala
Só tambor velho de sentar no batuque da minha terra
Só tambor perdido na escuridão da noite perdida.
Oh velho Deus dos homens
eu quero ser tambor
e nem rio
e nem flor
e nem zagaia por enquanto
e nem mesmo poesia.
Só tambor ecoando como a canção da força e da vida
Só tambor noite e dia
dia e noite só tambor
até à consumação da grande festa do batuque!
Oh velho Deus dos homens
deixa-me ser tambor
só tambor!
José Craveirinha (1922-2003)  - é considerado o poeta maior de Moçambique

segunda-feira, 30 de abril de 2012

Filme documentário

Garimpado do blog Convergência cinefila

NOITE E NEBLINA - 1955

Nuit et Brouillard, 1955
Legendado, Alain Resnais 

Classificação: Excelente

Formato: AVI
Áudio: francês
Duração: 32 min.
Tamanho: 700 MB
Servidor: Mediafire (4 partes) e Jumbofiles (torrent)

LINKS

Torrent

SINOPSE
Realizado em 1955, a partir de um convite feito ao cineasta pelo Comitê da História da Segunda Guerra Mundial, o filme tinha como objetivo comemorar o segundo aniversário da libertação dos campos de concentração. Mas o impacto das imagens de Noite e Neblina, que ainda hoje assombram a humanidade, e do texto do escritor Jean Cayrol, um ex-prisioneiro do campo de Orianemburgo, suplantaram a sua intenção de memorial dos desaparecidos e transformaram-se num "dispositivo de alerta" contra o nazismo e todas as formas de extermínio. Mesclando imagens coloridas dos campos abandonados e filmes de arquivos, Alain Resnais nos dá, segundo François Truffaut, "uma lição de história, inegavelmente cruel, mas merecida."

Fonte: 2001video
The Internet Movie Database: IMDB



ANÁLISE
Embora tenha impressionados cinéfilos do mundo inteiro na época do lançamento original e depois, ao longo dos anos, se transformado em paradigma indiscutível do gênero documentário, o filme francês “Noite e Neblina” (Nuit et Brouillard, França, 1955) nunca se tornou muito popular. É fácil entender as razões: 1) é um curta-metragem e, como tal, dificilmente passa nos cinemas; 2) documentários em geral não costumam atrair público; 3) o tema, árido, é o Holocausto, e há boa quantidade de imagens aterrorizantes dos campos de concentração nazistas, material que costuma afastar os espectadores.
Um filme assim parece ter sido talhado para o formato DVD. E “Noite e Neblina” é incontornável. Precisa ser visto, e não apenas pelos cinéfilos. O curta-metragem de 31 minutos é simples e direto, mas funciona ao mesmo tempo como uma homenagem aos nove milhões de vítimas da crueldade nazista e como alerta para aqueles que vêem o regime de Hitler como um momento que pertence ao passado da humanidade. A abordagem de Resnais é espartana, mas transita sem pausas entre o delicado e o brutal, soando como um grito lancinante contra todo e qualquer tipo de intolerância.
A produção de “Noite e Neblina” foi difícil. Resnais hesitou em dirigir a obra, pois temia ficar marcado como diretor de documentários, quando desejava filmar ficção. Ao ser apresentado ao poeta Jean Cayrol, um sobrevivente de campo de concentração, acabou convencido a embarcar na empreitada. Chamou então o músico Hanns Eisler para compor a banda sonora e passou a coletar imagens de cinejornais, fotografias e todo tipo de documento que mostrasse os campos de concentração.
O filme foi feito para comemorar o aniversário de 10 anos da liberação desses campos, em 1945, ao final da Grande Guerra. Resnais teve a idéia de viajar para os locais onde funcionaram os principais, como Auschwitz e Sachsenhausen, e filmá-los em película colorida. O choque das imagens bucólicas – amplos gramados verdes sob céu azul – com o horror dos cadáveres que repousavam nos mesmos lugares, cinzentos e sem vida, apenas alguns anos antes, cria a idéia que percorre todo o filme: o mal está à espreita, em qualquer lugar, a qualquer tempo. É preciso estar sempre atento para que ele não engolfe as cores do mundo.
Em entrevistas posteriores, Resnais confessou que sempre pensou em “Noite e Neblina” como uma sutil condenação à decisão francesa de invadir a Argélia, fato ocorrido na época do lançamento do filme. Embora não haja qualquer menção a isso durante a película, a idéia encaixa perfeitamente no texto delicado, mas firme e cortante de Cayrol. Sim, é um filme sobre o Holocausto, e está repleto imagens da brutalidade inimaginável dos campos de concentração (pilhas de cadáveres mutilados, paredes de câmaras de gás arranhadas pelas unhas dos prisioneiros à beira da morte), mas o filme não deseja simplesmente impressionar através da violência. Ele está além do Holocausto.
É na combinação de três fatores que resulta a beleza de “Noite e Neblina”: o contraste entre imagens da guerra e do pós-guerra, a doçura cortante do poema de Jean Cayrol e a delicadeza da música melancólica de Hanns Eilser. Ou seja, este não é um documentário jornalístico, frio e objetivo. Pelo contrário. Imagem, som e texto compõem uma espécie de sinfonia audiovisual que, nas palavras de François Truffaut, é uma “aula de história cruel mas merecida”. É isso.
Análise retirada do site Cinereporter